19 de maio de 2017

"Aristarco o matemático;" contribuições à Astronomia.

                            
Desde os primórdios, a astronomia sempre fascinou os matemáticos. Até mesmo antes de Cristo já se buscavam explicar o Universo através dos cálculos. Pode-se destacar o grego Aristarco (310-230).
Aristarco nasceu em Samos na Grécia. Pouco conhecido pelos matemáticos atuais, pois seus principais estudos estão relacionados à astronomia. Entretanto, suas descobertas ocorreram através da trigonometria. Os gregos o chamam de “Aristarco, o Matemático”.
Aristarco de Samos buscava interligar as duas ciências. Foi o primeiro a propor o Sol como o centro do Universo, calculou geometricamente o diâmetro da Lua com base em observações de um eclipse lunar total, com este resultado. Aristarco calculou a distância da Terra à Lua. Ele é tão importante a astronomia, que foi homenageado com uma cratera na Lua. Como se pode observar na Imagem-1.
Imagem-1 Cratera na Lua em homenagem a Aristarco.



Aristarco organizou o Sistema Solar com métodos simples e coerentes, que até os dias atuais ganham muitos admiradores. Pois em sua época, o que se conhecia sobre o Universo eram através dos estudos de Pitágoras e de Heráclides, eles diziam que as estrelas eram imóveis, onde a Terra estaria no centro do universo, apenas Mercúrio e Vênus girariam em torno do Sol.
Aristarco estava mesmo além de seu tempo, segundo ele; os movimentos de todos os planetas, incluindo a Terra, giravam em torno do Sol. Esse modelo heliocêntrico do universo foi considerado ousado demais, sofrendo insultos religiosos da época. Entretanto as reações contra ele foi mais branda aquelas sofridas por Copérnico, Kepler e Galileu quase 2000 anos depois.
Aristarco utilizou a geometria trigonométrica para se calcular a distância entre a Terra à Lua e o Sol. Ele procurou determinar a distância Terra-Lua em relação à distância Terra-Sol, considerando o triângulo retângulo formado por esses três astros no início do quarto minguante ou crescente da Lua (Ilustração-1). Ou seja, quando metade da Lua é iluminada pelo Sol. Mostrando-nos que o ângulo entre a Lua ao Sol e da Lua a Terra formam um ângulo de 90°. Ilustração-2.
Ilustração-1 Fonte: ALFONSI. L. G.
Aristarco de Samus calculou a distância Terra-Sol em função da distância Terra-Lua, ele observou simultaneamente a Lua em quarto crescente e o pôr do Sol.
Quando o Sol estava no horizonte, Aristarco mediu a separação angular entre a Lua e o Sol, a qual representa um dos ângulos do triângulo retângulo Terra-Lua-Sol, cujo vértice do ângulo reto (90°) é a Lua. O ângulo medido ficou em torno de 87 ° proporcionando uma distância Terra-Sol (TS) de 7.300.000 km. Ilustração-2.
Ilustração-2. Triângulo retângulo, Terra-Sol-Lua. (Fonte: Edvan Bandeira)
Aristarco concluiu que o Sol estaria 20 vezes mais distante da Terra que da Lua. Embora a proporção verdadeira seja cerca de 400 vezes, o procedimento utilizado estava correto. Os instrumentos de medição de ângulos então disponíveis é que não permitiam obter valores mais precisos. Hoje se sabe que o ângulo é 89″ 853’, resultando que a distância da Terra ao Sol é cerca de 150.000.000 Km.
Referências bibliográficas
BANDEIRA. Edvan. Contribuições do matemático Aristarco à Astronomia. Disponível em: https://astronomiareal.wordpress.com/2017/05/19/contribuicoes-do-matematico-aristarco-a-astronomia/ Acesso em: 19 maio 2017.
ALFONSI. L. G. A Geometria e a Astronomia na Grécia Antiga. UNICAMP. 2006. Disponível em: <http://www.ime.unicamp.br/~eliane/ma241/trabalhos/astronomia.pdf&gt; Acesso em: 08 maio 2017.
Costa, J. R. V. Aristarco de Samos e a distância Terra-Sol. Astronomia no Zênite, jul 2000. Disponível em: http://www.zenite.nu/aristarco-de-samos-e-a-distancia-terra-sol Acesso em: 24 abril 2017.
INPE. Distâncias e dimensões do sistema Sol-Terra-Lua. Disponível em: <http://www.das.inpe.br/ciaa/cd/HTML/dia_a_dia/1_7_1.htm; Acesso em: 24 abril 2017
INFO ESCOLA. Cosseno. Disponível em: <http://www.infoescola.com/trigonometria/cosseno/; Acesso em: 26 abril 2017.
Só matemática. Aristarco de Samos. Disponível em: <http://www.somatematica.com.br/biograf/aristarco.php> Acesso em: 24 abril 2017.

8 de maio de 2017

A decadência do Ensino de Astronomia em nossas escolas e universidades.

Desde os primórdios até os dias contemporâneos, os homens fascinados pelo Universo, Astros e Estrelas, buscaram explicações para os fenômenos que os rodeavam. Até hoje novas descobertas são feitas, tornando assim a Astronomia uma Ciência dinâmica e de suma importância à formação humana. Em decorrência dessa importância, as escolas são instruídas a abordar o assunto. Como consta no PCN (Parâmetro Curricular Nacional, 1998).
O aluno ao ingressar no ensino fundamental traz consigo conceitos e informações que adquirem em textos, e vídeos tanto na internet quanto na TV. E estes textos podendo não ser cientificamente comprovadas. Exemplo da teoria da Terra Plana, a cada dia ganha mais adeptos. O aluno fazendo interpretações pouco fundamentadas e tomam como “verdade” aquilo que vê e ouve, formando assim conceitos errôneos a respeito de vários assuntos ligados a Astronomia, confundindo por vezes mitos e realidades.
Devido ao avanço científico-tecnológico, surgem à necessidade de enfatizar a questão astronômica com as conquistas tecnológicas contemporâneas, uma vez que as condições de vida do ser humano estão interligadas direta ou indiretamente a este conhecimento. 
Em virtude da importância da Astronomia enquanto disciplina escolar e falta de sua efetivação na prática. Destacamos a questão da pouca dominação do docente em relação ao conteúdo, como também em uma metodologia de ensino pouco adequada que dificultam o ensino/aprendizagem. Muitos carregam consigo crenças populares, tendo as como científicas, geralmente em razão de uma má formação escolar.
Os PCN’s (Parâmetros Curriculares Nacionais) recomendam fortemente o ensino de Astronomia, principalmente no ensino fundamental de 5ª à 8ª série, embora exista a lei, muitos docentes estão desatualizados a respeito do assunto, utilizando metodologias ineficazes, onde o conhecimento prévio do discente (aluno) nem sempre é respeitado, as aulas pouco criativas puramente expositivas do livro didático resultam em “decoreba” que podem ser esquecidas em pouco tempo, pois se tornam meros espectadores, não absorvendo aquilo que é ensinado.  
Boa parte dos professores que lecionam Astronomia possuem pouca ou nenhuma familiaridade com o assunto, devido à desvalorização da disciplina pelos departamentos responsáveis nas próprias Universidades. Como salienta Helio J. Rocha-Pinto (2010), geralmente quem leciona essa matéria no Ensino Fundamental são os professores de Geografia ou Ciências Biológicas, onde na grade curricular nem sempre estão presente a matéria Astronomia. Segundo Demerval Saviani “as universidades ignoram a realidade brasileira, não levando em conta a realidade das escolas do 1º e 2º graus”, ou seja, as Universidades não visam às necessidades das escolas, e as dificuldades que os professores encontraram na docência, havendo grande abismo entre o que é proposto e o que se efetiva na pratica. 
Langhi e Nardi (2005) entrevistaram professores que lecionam Astronomia, estes tinham dificuldade em separar os mitos populares como (Astrologia e Horóscopos), do conhecimento científico (Astronomia).
Outro ponto crucial que Langhi destaca é sobre as metodologias adotadas pelos professores entrevistados, apesar de utilizarem vários métodos, estas não obtinham bons resultados, Langhi sobrepõem a “faltam de ideias e sugestões para um ensino contextualizado da Astronomia”.
Os professores se baseiam nos livros didáticos para lecionarem astronomia, mas muitos destes livros apresentam erros conceituais, dificultando ainda mais o ensino/aprendizado, destacaremos alguns dos equívocos clássicos nos livros de Ciências. Por exemplo:
Em alguns materiais o Sol aparece sempre nascendo no ponto cardeal leste e se pondo no Oeste, na verdade esse fenômeno descrito acima só acontece dois dias no ano, não sendo elemento substancial a essa afirmativa. Como salientam Rosa & Roberto;
Durante o ano, o sol nasce em pontos diferentes do lado do nascente e se põe em pontos diferentes do poente, por isso, não podemos dizer que o sol nasce sempre no leste e se põe no oeste, dependendo da época do ano a diferença entre o nascente (ponto onde o sol nasceu) e o leste verdadeiro é grande, portanto, o sol nasce no lado leste de onde estamos e não no ponto cardeal leste, o mesmo acontece com o por, o sol se põe no lado oeste e não no ponto cardeal oeste. (ROSA, Roberto, 2004, p.27).
O Cruzeiro do Sul é ensinado para os alunos a localizar o ponto cardeal sul, mais só localizar a constelação (Cruzeiro do Sul) não significa que você achou o ponto cardeal sul, na verdade o sul se estende 4,5 vezes, a haste mais comprida da Cruz, seguindo uma linha reta (imaginaria) a partir da última estrela (estrela de Magalhães), depois traça uma linha vertical sentido a terra, nessa região que se encontra o ponto cardeal sul, outro ponto que não está bem clara nos livros, é em relação à visibilidade da constelação no céu, pois em certas épocas do ano o aluno não verá a constelação, por que estará muito próximo do horizonte ou abaixo dele, dependendo muito da localização que se encontra o aluno. Assim, a maneira indicada em tais livros didáticos capacita o aluno a se localizar, mais não o fará encontrar exatamente os pontos cardeais.
Os livros didáticos que traz a informação de que Saturno é o único planeta com um sistema de anéis, também se refere a um erro conceitual, pois apesar de não vermos a olho nu, outros planetas também possuem essa característica, é o caso de Júpiter, Urano e Netuno. Além dos anéis, os livros mais desatualizados trazem informações equivocadas sobre o número de Satélites Naturais que orbitam ao redor dos Planetas. Tais informações deixam de vir acompanhadas com observações de que aquele número é o conhecido até a data da publicação do livro, e que, devido a novas descobertas, esse número tende a aumentar, por exemplo, alguns livros didáticos ainda trazem a informação de que Júpiter possui 16 satélites naturais (luas) como destaca Langhi e Nardi (2004), mas sabe-se que ele possui 67 satélites naturais ao todo, quanto ao Sistema Solar completo, sabe-se (até o momento da revisão deste projeto) que os números de satélites naturais de cada planeta são: Terra: 1; Marte: 2; Júpiter: 67; Saturno: 62; Urano: 27; Netuno:14, por esses motivos acima o professor precisa estar sempre se atualizado.
Apresentamos acima apenas algumas das questões que mostram a seriedade do problema por nós analisado, melhor forma de se observar a disparidade entre o que é previsto e o que realmente é feito, se torna elemento base de nossa analise.
Preocupamos sempre com a atualização dos conteúdos, pois a cada dia novas descobertas surgem, e o que hoje é tido como verdade absoluta, amanhã pode não ser mais. Portanto, lutamos para que haja seriedade no ensino da Astronomia em nossas escolas e universidades.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:


BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio. Brasília: Ministério da Educação, 2002a.

BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnologia. Parâmetros Curriculares Nacionais: ciências naturais (5ª a 8ª séries). Brasília: Secretaria de Educação Fundamental. MEC/SEF, 1998.

BOCZKO, R. Erros comumente encontrados nos livros didáticos do ensino fundamental. In: EXPOASTRO 98 ASTRONOMIA: EDUCAÇÃO E CULTURA, 3, 1998, Diadema. Anais... Diadema: SAAD, 1998. p. 29-34.

DIAS, Claudio André C.M e RITA, Josué R. Santana. Inserção da Astronomia como disciplina curricular do ensino médio. RELEA, n.6, p. 55-65, 2008.

FAZENDA, Ivani. Interdisciplinaridade: História, teoria e pesquisa. Campinas, SP. Papirus, 1994.

FAZENDA, Ivani. A aquisição de uma formação interdisciplinar de professores. Didática e interdisciplinaridade. 13ª Edição, Campinas, SP. Papirus, p. 11-20, 1998.


GASPARIN, João Luis. Uma didática para a pedagogia histórico-crítica.
Campinas: Autores Associados, 2003.

LANGHI, R.; NARDI, R. Dificuldades interpretadas nos discursos de professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental em relação ao ensino da Astronomia. RELEA, n. 2, p. 75-92, 2005.

LANGHI, R.; NARDI, R. Um Estudo Exploratório para a Inserção da Astronomia na Formação de Professores dos anos Iniciais do Ensino Fundamental. In: Anais do IX Encontro Nacional de Pesquisa em Ensino de Física. 2004.

LATTARI, Cleiton Joni Benetti e TREVISAN, Rute Helena. Metodologia para o ensino de astronomia: Uma abordagem construtivista. 2. ed. São Paulo: 1999.

LEITE, Cristina; HOSOUME, Yassuko. Os professores de Ciência e suas formas de pensar a astronomia. Revista Latino-Americana de Educação em Astronomia - RELEA, n. 4, p. 47–68, 2007

PAULA, A. S. P.; OLIVEIRA, H. J. Q. Análises e propostas para o ensino de
Astronomia. 2002. Disponível em: <http://fep.if.usp.br/~profis/arquivos/ivenpec/Arquivos/Orais/ORAL171.pdf> Acesso em: 02 de junho. 2013.

POSSOBOM, C.; OKADA, F.; DINIZ, R. Atividades práticas de laboratório no ensino
de biologia e de ciências: relato de uma experiência. FUNDUNESP.2007.

PEÑA, Maria de los Dolores Jimenez, Interdisciplinaridade: uma questão de atitude. In: FAZENDA, I.C.A.P.(org.)  Práticas interdisciplinares na escola. 8º ed. São Paulo: Cortez, 2001. p.57-64.

ROCHA-PINTO. J.H, Ensino de astronomia na graduação: Disponível

 

ROSA, Roberto. Cartografia Básica, UFU Uberlância MG. Disponível em: <http://www.ufscar.br/~debe/geo/paginas/tutoriais/pdf/cartografia/Cartografia%20Basica.pdf
> Acesso em: 10 de junho. 2013.

SAVIANI, Dermeval. Participação da Universidade no desenvolvimento nacional: A Universidade e a problemática da Educação e Cultura, Coleção Educação contemporânea, 11ª Edição, 1996.

SAVIANI, Dermeval. Subsídios para o equacionamento do problema do livro didático em face da lei nº 5692/71, Coleção Educação contemporânea, 11ª Edição, 1996.

TREVISAN, R. H. et al. Assessoria na avaliação do conteúdo de Astronomia dos
livros de ciências do primeiro grau. Caderno Catarinense de Ensino de Física,
v. 14, n. 1, p. 7-16, 1997.


6 de maio de 2017

Conseguimos ver os satélites artificiais da Terra?

Muitos terraplanistas alegam que não existem satélites artificiais ao redor da Terra. Eles falam que se realmente existissem satélites artificiais no céu, nós conseguiríamos ver. Portanto, tudo não passa de mentiras da Nasa. 
Mas o que essa galera não sabe, é que podemos ver os satélites até mesmo sem o auxílio de um telescópio. 
Você já se deparou com um ponto brilhante no céu, deslocando a uma velocidade constante e rápida? Muito similar a uma estrela? 
Se você ficar bastante tempo olhando para o céu à noite, verá uma “estrela” se movimentando a uma velocidade linear e brilho constante. O brilho intenso provém dos raios solares, ao atingir o satélite, o mesmo funciona como um espelho e é remetido a nós, assim como na Lua.
Tantos outros podem alegar que seja um avião, o problema é que; neste ponto no céu, o observador não vê as luzes de alertas que todo avião possui. 
Se você já viu um satélite e achou que era um avião ou “disco voador”, agora saberá identificar o que é. 
No vídeo abaixo, pode-se observar vários satélites artificiais registrados da terra. 





Referências  

BANDEIRA, E. G. S. Lixo espacial. Disponível em: <http://astronomiareal.blogspot.com.br/2016/03/voce-sabe-o-que-e-lixo-espacial.html> Acesso em: 06 maio 2017.

10 de abril de 2017

29 de março de 2017

O comunista Stalin, tentou criar uma raça híbrida entre o homem e o macaco.


Em meados do século XX, o ditador comunista Josef Stalin, tentou criar uma raça híbrida entre o homem e o macaco, a fim de compor o seu exército.


 

13 de março de 2017

O que é um eclipse solar? Quando poderemos ver de novo?

Eclipse solar é um fenômeno que ocorre quando a Lua se encontra entre a Terra e o Sol, ocultando total ou parcialmente os brilhos solares aos observadores terrestres. O Eclipse solar só pode acontecer  durante a fase da  Lua nova, por ser o período em que a Lua está posicionada entre a Terra e o Sol. Como se pode observar na ilustração abaixo.





Ilustração de eclipse solar. Créditos: Edvan Bandeira/AstronomiaReal.

Existem vários tipos de eclipses solares. Por exemplo:
  • O eclipse solar parcial:  acontece quando somente uma parte do Sol é ocultada pelo disco lunar. A foto abaixo foi tirada no dia 26 de fevereiro de 2017, este eclipse parcial foi visto em todo o Brasil. Pode-se perceber que a foto ficou escura, mesmo sendo tirada durante o dia. Isso aconteceu porque colocamos um filtro na câmera para que não queimasse a foto devido a claridade.
Eclipse solar parcial. Foto: Edvan Bandeira/AstronomiaReal.
  • O eclipse solar total: toda a luminosidade do Sol é escondida pela Lua.




Eclipse solar total 1999
Eclipse Solar Total. Imagem: Luc Viatour GFDL/CC.

  • eclipse anular, eclipse anelar ou eclipse em anel: o Sol a Lua e a Terra se alinham, deixando um anel brilhante de luz visível nas bordas do Sol, isso ocorre porque a Lua não bloqueou totalmente o Sol, muito decorrente a distância da Lua e Terra ser a maior alcançada, conhecido como Apogeu. 
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    Foto: AFP.
Quando ocorrerá outro eclipse solar?
– No dia 21 de agosto de 2017 novamente grande parte do Brasil (mais ao norte) terá a oportunidade de observar outro eclipse parcial (este será total nos Estados Unidos, de uma costa a outra).
– Para o Brasil, o próximo eclipse anular será em 2023 e poderá ser visto das regiões Norte e Nordeste.
– Um eclipse solar total, apenas poderá ser visto no Brasil em 2045.


Referências:
BANDEIRA, E. G. S. O que é eclipse anular? Em 2023 os brasileiros poderão observar este fenômeno. Disponível em: <http://astronomiareal.blogspot.com.br/2012/05/o-que-e-eclipse-anular.html&gt; Acesso em: 20 fev. 2017.
NASA. Hinode Mission to Capture Annular Solar Eclipse This Weekend. Dis´ponível em: http://www.nasa.gov/mission_pages/sunearth/news/eclipse-2012.html Acesso em: 14 março 2017.
Ciência e vida. Eclipse anular foi visto por asiaticos e norteamericanos.  Disponível em: http://ne10.uol.com.br/canal/cotidiano/ciencia-e-vida/noticia/2012/05/21/eclipse-anular-foi-visto-por-asiaticos-e-norteamericanos-343796.php Acesso em: 14 março 2017.
Explicatorium. Eclipse do Sol. Disponível em: http://www.explicatorium.com/cfq-7/eclipse-do-sol.html Acesso em: 14 março 2017.